animalia

by menores atos

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about

Em meados de 2013 começamos a gravar esse disco, mas na nossa mente ele já estava pronto há muito tempo.

O maior orgulho, para nós, não está somente no resultado e sim na construção. Foi incrível viver cada uma dessas músicas e vai ser ótimo poder compartilhar esses momentos com vocês.

Queremos agradecer a todos os que participaram, somaram, torceram e aguardaram.

É isso, tá pronto. A partir do dia 10/02, essas músicas deixam de ser nossas e passam a ser de quem quiser. Espero que aceitem e gostem do presente!

credits

released February 10, 2014

Gravado no Estúdio Superfuzz/RJ - www.superfuzz.com.br
Direção de Arte por Alessandra de Alavarse - cargocollective.com/adealavarse

license

all rights reserved

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about

menores atos Rio De Janeiro, Brazil

Sempre foi visceral, sincero e intenso. Nunca se prendeu a rótulos ou modismos. Letras fortes, melodias marcantes
(...)
Após alguns anos de "descanso", a vontade de voltar aos palcos já era incontrolável. E, como num surto de inspiração, músicas novas surgiam tão naturalmente quanto a forma como nos reunimos e decidimos trazer de volta o que sempre nos uniu.
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Track Name: À distância
Eu decidi falar do que foi bom
Dias e noites em que estava são
Junto a você
Eu sei, você deve lembrar também

Entre um gole e outro o que sobrou
Foi a lembrança conturbada de algo que acabou
Assim sem mais
E eu já nem sei como começou

Enquanto eu finjo ser
Melhor do que você
Eu me afasto mais
Do que deveria ser

Me culpe por todo o bem que eu fiz
E siga apontando o seu nariz
Pro alto, pro nada, pra onde bem entender


Era pra ser só sobre o que foi bom
Mas é difícil separar o ouro do que eu não
Pude aproveitar
O que valia tanto agora não importa


Hoje eu não finjo mais
Nem penso em agradar
A angustia que sobrou
Agora é combustível


Me culpe por todo o bem que eu fiz
E siga apontando o seu nariz
Pro alto, pro nada, pra onde bem entender


Tu não precisas ter olhos pra poder ver
O que te faz correr e nunca alcançar


Me culpe
E siga.”
Track Name: Doisazero
Parei de contar quantas vezes já quis ir embora
E mesmo assim preferi ficar

Se eu aceito calada me despeço de mim
Se rejeito, me despeço de você

Foi assim mais uma vez
Sei que o meu sim é insensatez
E eu digo

Talvez, dessa vez, você vá mudar

Aceito, e espero o que está por vir
Como se fosse a primeira vez

Se finjo esquecer, me despeço de mim
Se desisto, digo adeus também

Foi assim mais uma vez
Sei que o meu sim é insensatez
E eu digo

Talvez, dessa vez, você vá mudar

O seu rosto já não me diz mais
Quem você é, e o que deixou pra trás
Traz de volta o que eu não esqueci
Ou sua volta só vai nos fazer mal

Chegamos ao ponto onde me tornei você e estou em crise
Eu quero sair do lugar onde estou

Foi assim mais uma vez
Sei que o meu sim é insensatez

O seu rosto já não me diz mais
Quem você é, e o que deixou pra trás
Traz de volta o que eu não esqueci
Ou sua volta só vai nos fazer mal

Você soletra raiva, eu leio dor
Você não perde nada admitindo que errou
Você vê uma falha e eu onde tudo começou
E hoje o que resta é nada perto de tudo que já foi

E pelo menos dessa vez
Me deixe saber de você
O que te faz ficar aqui
Me diga Me explica
Se não consegue mais sentir
Que minha dor começa aí
Onde o egoismo te cegou
Te fez tropeçar e cair
Track Name: Transtorno
Essa ansiedade já dói como um soco
não vou fingir
sorrisos sem brilho e nem cor
eu não vou jogar seu jogo

Vou me libertar
tentar chorar
e me machucar pra sarar
deitar sem ar

Faça não doer
faça tudo desaparecer
tanto caos, toda voz
diz que pra sobreviver
é preciso se esconder

Distante...

Mal posso me enxergar, estou longe de mim
e só de pensar em voltar a me ver
meus olhos fecham de novo

Vou me libertar
tentar chorar
e me machucar pra sarar
deitar sem ar
sem ar...
deitar...
sem ar.

O teto está prestes a cair
e o chão ameaça ruir
e eu já nem sei o que me prende aqui
O que me prende aqui?

Faça não doer
faça tudo desaparecer
tanto caos, toda voz
diz que pra sobreviver
é preciso se esconder

Cinzeiro cheio é sinal de dor
só mais um cigarro
só mais um minuto sentado aqui
só mais um segundo...

Preparar, apontar, puxar o gatilho
Track Name: Passional
De tanto ouvir você parei de me escutar
E a voz que sai de mim é mais do que gritar
Sem ter motivos, como quem só quer sofrer
Sem ter abrigo, começo a correr
Rumo ao desconhecido, buscando soluções
Sonho contigo e acordo em suas mãos


Mesmo que o lúcido diga o que devo ser
É do que sinto que escolhi viver
Não consigo disfarçar


Um pouco de você em mim
Talvez pudesse me fazer bem
Assim como um pouco de mim em você também
Sem essa de: "Eu sou assim, não vou mudar!"
Chega dessa merda
Ou você foge ou aprende a jogar


Depois de ouvir você chorar e reclamar
De tudo que eu fiz ou te deixei faltar
Percebo que ainda tenho o que fazer
Sigo as regras que eu mesmo criei
Pra me sentir melhor e te fazer esquecer
De quem eu sou e de como eu tentei ser


E te dizer que eu já mudei
Que não vai mais acontecer
Não é tão falso quanto você pode pensar
Nem tão sincero quanto eu gostaria

Um pouco de você em mim
Talvez pudesse me fazer bem
Assim como um pouco de mim em você também
Sem essa de: "Eu sou assim, não vou mudar!"
Chega dessa merda
Ou você foge ou aprende a jogar
Track Name: Sereno
E tudo pareceu mais calmo
Mesmo com tanta discussão, tanta opinião e tanta tralha

Eu só levei o que é meu, não lhe tirei nada além do que eu também perdi ao ir embora.


A solução é ficar de pé e não olhar pra trás
Todo mundo sabe o que é melhor pra si
Da sua mão eu posso me soltar, vai ser melhor assim
Deixa o tempo te acompanhar


A tua ausência é quase um favor
Vez em quando eu até lembro, mas
O que incomoda não é o que levou
É o que deixou pra trás

Eu só levei o que é meu, não lhe tirei nada além do que eu também perdi ao ir embora.

A solução é ficar de pé e não olhar pra trás
Todo mundo sabe o que é melhor pra si
Da sua mão eu posso me soltar, vai ser melhor assim
Deixa o tempo te acompanhar

Deixa o tempo te revigorar
Track Name: Sobre cafés e você
É sobre o tempo em que eu estive em suas mãos
E sua voz rouca
Sobre o quanto precisei fantasiar, ser outra pessoa
Que soubesse exatamente o que dizer, fazer...em todas as horas


Mas eu não sei
E quando isso passar
Talvez eu possa admitir ter sido
Exagero, desespero ou seu jeito de se expressar
Bem demais, ou mal demais, sei lá
Talvez precise te interpretar melhor


Talvez precise de um despertador
Ou de um café mais forte
Talvez precise encontrar alguma coisa em ti que não me agrade
Vai ver eu preciso é de você
Track Name: Paixões, virtudes e o incondicional
As luzes acesas
ao que perdeu de nós
promessa viva, você não vê?
lembra dos males que causou
então saiba,
quero o melhor de ti
não busque tanta dor

Desate os nós
livres sons
em leves tons
desate o nós

em preto e cinza se admira
em preto e cinza faz dos quadros os mesmos

não diga nada,
não fale agora
deixaste o tempo ruir

não diga nada,
não fale agora que já estou cansado de tentar

Desate os nós
livres sons
em leves tons
desate o nós

um leve passo e nada mais
que te fará feliz
Track Name: Oceano
Olhe pra frente e me diz o que você vê
Olhe pra baixo! E enfrente o medo de cair!

Nada vi, nem senti

Você está sozinho
Mas sabe exatamente
Pr' onde deve começar a andar


Eu não vou dar o braço a torcer
Pare de se lamentar! Pare de perder seu tempo!
Eu não sou melhor do que você
Mas me recuso a aceitar, com pouco não me contento


Quantos passos até você se destruir?
Quanto espaço e você insiste em regredir

Não é fácil

Você está sozinho
Mas sabe exatamente
Pr'onde deve começar a andar


Eu não vou dar o braço a torcer
Pare de se lamentar! Pare de perder seu tempo!


Seja como for, veja como sou
Seja como for, veja como sou
Veja como sou, seja como for
Seja como for, seja como for
Track Name: Tragédia circular - ft. Reynaldo Cruz (Plastic fire)
Fuligem passa sobre os olhos
E o som do que restou

Tais nobres, tais pobres em seus tronos caem ao chão

E então se esvai
Sinta a imensa dor
dos que decaem

Milhares de órfãos a chorar

Não querem mais a tragédia circular

São mortos ao lutar

Não querem mais ficar

Pra velar seus corpos

E mesmo sem seguir não se perdeu
e mesmo sem saber o que vencer lutou demais
e mesmo sem poder ganhar não desistiu
e assim se descobriu sem se render

Me mostre um novo fim, covarde

Tais pobres, tais nobres imersos em medo e a distorção


E então se esvai
Sinta a imensa dor
dos que decaem

Milhares de órfãos a chorar

Não querem mais a tragédia circular

São mortos ao lutar

Não querem mais ficar

Pra velar seus corpos